A Citroën resolveu lidar com a crise global de forma ousada e confiante ao mudar o elemento principal de toda a identidade da empresa. E resolveu usar dos 90 anos de aniversário do fundador da empresa e começar a demonstrar o que é o início de um novo modelo de negócio.
Mas o redesign do logo vem com um problema a meu ver. A Citroën renova seu logo seguindo uma tendência, feita pela Ford, de adaptar marcas como ilustrações tridimensionais repletas de sombras e brilho. Algo que funicona muito bem em vídeo e em outros meios digitais mas que não funciona tão bem assim em meios impressos. Coisa que a antiga marca fazia com uma definição grande. Além de que eu vejo puxadores de gaveta e não as formas que um dia foram vermelhas e que vinham com uma força quase robusta.
No geral, eu penso que esse redesign não foi tão bem feito quanto poderia ter sido exatamente pelo fato de estar seguindo uma tendência fadada ao uso limitado.


