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Esculturas de Vidro de Ben Young ArteFelipe Tofani on 26/01/2015

As Ilhas de concreto e mares de vidro de Ben Young

Ben Young é um escultor neo-zelandês que mora na Austrália e que trabalha quase que exclusivamente com esculturas de vidro. Suas esculturas são todas cortadas e desenhadas a mão, em um processo trabalhoso que Ben Young acabou criando sozinho.

Ao passar meu olho pelo seu portfólio, a primeira coisa que pensei foi sobre o lado técnico de suas esculturas de vidro. O fato de que ele precisa cortar camadas e mais camadas de vidro de um jeito preciso. Tão preciso que, caso ele não faça os cortes direito, suas esculturas perdem grande parte do impacto que tem. O outro ponto que me chamou muito a atenção é como ele usa do vidro em dezenas de camadas para simular as cores, texturas e formas do mar. Desse jeito, ele cria ilhas de concreto cercados por mares de vidro que são, no mínimo, poéticos. Um dia ainda terei o prazer de ver uma de suas esculturas de vidro de perto só para poder entender melhor como todas as camadas de vidro se encaixam. Ando bem curioso sobre isso.

Sua maior referência visual é, claramente, o oceano e você pode ver isso muito bem nas imagens abaixo.

Ao passar meu olho pelo seu portfólio, a primeira coisa que pensei foi sobre o lado técnico de suas esculturas de vidro. O fato de que ele precisa cortar camadas e mais camadas de vidro de um jeito preciso. Tão preciso que, caso ele não faça os cortes direito, suas esculturas perdem grande parte do impacto que tem. O outro ponto que me chamou muito a atenção é como ele usa do vidro em dezenas de camadas para simular as cores, texturas e formas do mar. Desse jeito, ele cria ilhas de concreto cercados por mares de vidro que são, no mínimo, poéticos.

Ao passar meu olho pelo seu portfólio, a primeira coisa que pensei foi sobre o lado técnico de suas esculturas de vidro. O fato de que ele precisa cortar camadas e mais camadas de vidro de um jeito preciso. Tão preciso que, caso ele não faça os cortes direito, suas esculturas perdem grande parte do impacto que tem. O outro ponto que me chamou muito a atenção é como ele usa do vidro em dezenas de camadas para simular as cores, texturas e formas do mar. Desse jeito, ele cria ilhas de concreto cercados por mares de vidro que são, no mínimo, poéticos.

Ao passar meu olho pelo seu portfólio, a primeira coisa que pensei foi sobre o lado técnico de suas esculturas de vidro. O fato de que ele precisa cortar camadas e mais camadas de vidro de um jeito preciso. Tão preciso que, caso ele não faça os cortes direito, suas esculturas perdem grande parte do impacto que tem. O outro ponto que me chamou muito a atenção é como ele usa do vidro em dezenas de camadas para simular as cores, texturas e formas do mar. Desse jeito, ele cria ilhas de concreto cercados por mares de vidro que são, no mínimo, poéticos.

Ao passar meu olho pelo seu portfólio, a primeira coisa que pensei foi sobre o lado técnico de suas esculturas de vidro. O fato de que ele precisa cortar camadas e mais camadas de vidro de um jeito preciso. Tão preciso que, caso ele não faça os cortes direito, suas esculturas perdem grande parte do impacto que tem. O outro ponto que me chamou muito a atenção é como ele usa do vidro em dezenas de camadas para simular as cores, texturas e formas do mar. Desse jeito, ele cria ilhas de concreto cercados por mares de vidro que são, no mínimo, poéticos.

“I work with 2D shapes and have to figure out how to translate that into a 3D finished product. Sometimes my start point changes dramatically as shapes can be limited – I can’t create any internal right angles – so I have to find a way to layer the glass to create certain shapes.” — Ben Young

Ao passar meu olho pelo seu portfólio, a primeira coisa que pensei foi sobre o lado técnico de suas esculturas de vidro. O fato de que ele precisa cortar camadas e mais camadas de vidro de um jeito preciso. Tão preciso que, caso ele não faça os cortes direito, suas esculturas perdem grande parte do impacto que tem. O outro ponto que me chamou muito a atenção é como ele usa do vidro em dezenas de camadas para simular as cores, texturas e formas do mar. Desse jeito, ele cria ilhas de concreto cercados por mares de vidro que são, no mínimo, poéticos.

Ao passar meu olho pelo seu portfólio, a primeira coisa que pensei foi sobre o lado técnico de suas esculturas de vidro. O fato de que ele precisa cortar camadas e mais camadas de vidro de um jeito preciso. Tão preciso que, caso ele não faça os cortes direito, suas esculturas perdem grande parte do impacto que tem. O outro ponto que me chamou muito a atenção é como ele usa do vidro em dezenas de camadas para simular as cores, texturas e formas do mar. Desse jeito, ele cria ilhas de concreto cercados por mares de vidro que são, no mínimo, poéticos.

Ben Young é um escultor neo-zelandês que mora na Austrália e que trabalha quase que exclusivamente com vidro. Suas esculturas são todas cortadas e desenhadas a mão, em um processo trabalhoso que Bem Young acabou criando sozinho.

Ben Young é um escultor neo-zelandês que mora na Austrália e que trabalha quase que exclusivamente com vidro. Suas esculturas são todas cortadas e desenhadas a mão, em um processo trabalhoso que Bem Young acabou criando sozinho.

Ao passar meu olho pelo seu portfólio, a primeira coisa que pensei foi sobre o lado técnico de suas esculturas de vidro. O fato de que ele precisa cortar camadas e mais camadas de vidro de um jeito preciso. Tão preciso que, caso ele não faça os cortes direito, suas esculturas perdem grande parte do impacto que tem. O outro ponto que me chamou muito a atenção é como ele usa do vidro em dezenas de camadas para simular as cores, texturas e formas do mar. Desse jeito, ele cria ilhas de concreto cercados por mares de vidro que são, no mínimo, poéticos.

Ao passar meu olho pelo seu portfólio, a primeira coisa que pensei foi sobre o lado técnico de suas esculturas de vidro. O fato de que ele precisa cortar camadas e mais camadas de vidro de um jeito preciso. Tão preciso que, caso ele não faça os cortes direito, suas esculturas perdem grande parte do impacto que tem. O outro ponto que me chamou muito a atenção é como ele usa do vidro em dezenas de camadas para simular as cores, texturas e formas do mar. Desse jeito, ele cria ilhas de concreto cercados por mares de vidro que são, no mínimo, poéticos.

Ao passar meu olho pelo seu portfólio, a primeira coisa que pensei foi sobre o lado técnico de suas esculturas de vidro. O fato de que ele precisa cortar camadas e mais camadas de vidro de um jeito preciso. Tão preciso que, caso ele não faça os cortes direito, suas esculturas perdem grande parte do impacto que tem. O outro ponto que me chamou muito a atenção é como ele usa do vidro em dezenas de camadas para simular as cores, texturas e formas do mar. Desse jeito, ele cria ilhas de concreto cercados por mares de vidro que são, no mínimo, poéticos.

Ben Young é um escultor neo-zelandês que mora na Austrália e que trabalha quase que exclusivamente com vidro. Suas esculturas são todas cortadas e desenhadas a mão, em um processo trabalhoso que Bem Young acabou criando sozinho.

Se você gostou das imagens aqui, aproveite para seguir o trabalho do Ben Young direto no facebook. Lá você vai poder acompanhar suas últimas esculturas de vidro, alguns making of e muito mais do que esse escultor tem para oferecer.

As Esculturas de Vidro de Ben Young

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