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Por dentro da última fábrica da Polaroid: como um ícone analógico lutou para retornar

É na fronteira da Alemanha e da Holanda que você vai encontrar a tranquila cidade de Enschede. Ao caminhar pelas ruas, é possível ouvir um ritmo que não se relaciona com as fábricas contemporâneas. Esse ruído vem da última fábrica da Polaroid no mundo, uma instalação solitária que mantém viva a magia física e química da fotografia instantanea.

Como o entusiasta de fotografia que sou, após passar meu dia na frente do computador, conhecer e aprender sobre o processo de fabricação de uma marca icônica como a Polaroid foi quase mágico. A fabricação desses icônicos quadrados fotográficos é uma lição sobre a beleza da produção física e dos problemas que uma tecnologia tão complexa pode ter com o passar dos anos.

É na fronteira da Alemanha e da Holanda que você vai encontrar a tranquila cidade de Enschede. Ao caminhar pelas ruas, é possível ouvir um ritmo que não se relaciona com as fábricas contemporâneas. Esse ruído vem da última fábrica da Polaroid no mundo, uma instalação solitária que mantém viva a magia física e química da fotografia instantanea.

É na fronteira da Alemanha e da Holanda que você vai encontrar a tranquila cidade de Enschede. Ao caminhar pelas ruas, é possível ouvir um ritmo que não se relaciona com as fábricas contemporâneas. Esse ruído vem da última fábrica da Polaroid no mundo, uma instalação solitária que mantém viva a magia física e química da fotografia instantanea.

A fábrica da Polaroid em Enschede foi inaugurada em 1973 e já chegou a empregar 1200 pessoas. Hoje em dia, a equipe é mais coesa e consiste em cerca de 150 funcionários que mantêm as linhas de montagem em funcionamento.

E pensar que essa fábrica quase fechou quando a Polaroid Corporation faliu com o peso da revolução digital dos anos 2000. No processo de falência, os ativos globais da empresa foram liquidados e essa fábrica foi a única que sobreviveu, contando com um maquinário mínimo para manter as operações.

Foi nesse local que surgiu o The Impossible Project, onde uma pequena equipe de experientes engenheiros recusou-se a deixar o formato morrer. E, ao longo de duas décadas, trabalharam incansavelmente para restaurar o maquinário disponível e preservar e aprimorar o processo fotográfico instantaneo.

No vídeo do canal In An Instant, dá para ver como a fábrica de hoje em dia é uma dança industrial de épocas diferentes. Para atender à demanda de hoje em dia, algumas das máquinas de moldagem antigas foram substituídas, mas o essencial delas ainda foi preservado. É como se o músculo dos anos 1970 tivesse sido trocado por algo mais recente e o cérebro original continuasse a funcionar dentro de uma carcaça nova. E é assim que eles fabricam os cartuchos que protegem as fotos e o filme dos tipos 600, SX-70 e I-Type.

Pessoalmente, tornando o filme instantâneo uma maravilha da tecnologia, química e design, é o fato de ser, essencialmente, um laboratório químico comprimido em um produto de consumo. O mecanismo por trás de toda essa magia é uma pasta desenvolvida pela Polaroid que os funcionários da fábrica chamam, carinhosamente, de “a gosma” ou “a pasta”.

É na fronteira da Alemanha e da Holanda que você vai encontrar a tranquila cidade de Enschede. Ao caminhar pelas ruas, é possível ouvir um ritmo que não se relaciona com as fábricas contemporâneas. Esse ruído vem da última fábrica da Polaroid no mundo, uma instalação solitária que mantém viva a magia física e química da fotografia instantanea.

É na fronteira da Alemanha e da Holanda que você vai encontrar a tranquila cidade de Enschede. Ao caminhar pelas ruas, é possível ouvir um ritmo que não se relaciona com as fábricas contemporâneas. Esse ruído vem da última fábrica da Polaroid no mundo, uma instalação solitária que mantém viva a magia física e química da fotografia instantanea.

Como o equilíbrio químico dessa solução muda constantemente devido a inúmeros fatores, a equipe da Polaroid não pode depender de uma receita fixa. No lugar disso, os técnicos da fábrica precisam combinar manualmente lotes individuais de negativos, ajustando a fórmula da pasta quase que diariamente para compensar as muitas variações.

Além disso, existe um problema ainda maior aqui. O filme produzido na última fábrica da Polaroid precisa funcionar nas câmeras antigas da marca. Ou seja, eles precisam considerar as décadas de história do hardware e produzir algo que funcione em tudo. O filme que sai da linha de produção de Enschede precisa funcionar tão bem em uma Polaroid nova quanto numa câmera de plástico feita na década de 1970. Para deixar tudo ainda mais complexo, parece que cada corpo de câmera exerce uma pressão física ligeiramente diferente e a química do filme também precisa levar isso em consideração.

Enquanto o mundo do design digital precisa lidar cada vez mais com a presença de tecnologias como AI, as limitações do filme da Polaroid oferecem um contraponto claro. E, pelo que dá para entender no vídeo, a demanda pelos filmes instantâneos não para de crescer.

É na fronteira da Alemanha e da Holanda que você vai encontrar a tranquila cidade de Enschede. Ao caminhar pelas ruas, é possível ouvir um ritmo que não se relaciona com as fábricas contemporâneas. Esse ruído vem da última fábrica da Polaroid no mundo, uma instalação solitária que mantém viva a magia física e química da fotografia instantanea.

É na fronteira da Alemanha e da Holanda que você vai encontrar a tranquila cidade de Enschede. Ao caminhar pelas ruas, é possível ouvir um ritmo que não se relaciona com as fábricas contemporâneas. Esse ruído vem da última fábrica da Polaroid no mundo, uma instalação solitária que mantém viva a magia física e química da fotografia instantanea.

Por mais que o formato quadrado tradicional da Polaroid não ofereça uma precisão perfeita, ele promete um registro tangível instantâneo e único.

E a sobrevivência da última fábrica da Polaroid é uma prova de que, mesmo à medida que avançamos mais em direção aos espaços digitais, os criadores ainda desejam objetos que possam segurar. Eles querem variáveis que não podem controlar totalmente e processos químicos que podem ver se desenvolver bem diante de seus olhos.

A cada dia que passa, eu me enxergo mais nesses processos analógicos.

Design lento em um mundo acelerado: lições da última fábrica da Polaroid direto do YouTube

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