O Mundo Selvagem de Konsta Punkka
Konsta Punkka é um jovem fotógrafo finlandês que tem um olhar especial para a vida selvagem. Mas nada supera as fotos que ele tira alimentando animais selvagens no meio das florestas da Finlândia.
Konsta Punkka é um jovem fotógrafo finlandês que tem um olhar especial para a vida selvagem. Mas nada supera as fotos que ele tira alimentando animais selvagens no meio das florestas da Finlândia.
Não sei de onde apareceu o portfolio de fotografia da Julia Rodrigues por aqui mas preciso dizer que foi uma boa descoberta. Afinal, ela mostra em sua fotografia uma mulher brasileira que o mundo precisa conhecer melhor. De um jeito natural e nada forçado que não se limita aquilo que você vê nas revistas de moda. Algo que não vemos todos os dias em portfólios de fotografia.
Ewelina Dymek, lá da cidade polonesa de Poznan, é uma artista que aprecia o bom design e gosta de estar cercada de imagens inspiradoras. Ou, pelo menos, é assim que ela se descreve no seu perfil no Behance.
Leia mais »Ewelina Dymek
Bogdan Kociuba é um designer lá da Lituânia que parece ser muito fã de MMA. Tão fã que ele criou os posters abaixo em tributo a seus lutadores favoritos.
DALeast é um dos artistas de rua mais prolíficos da atualidade. Mas, ele não para por ai já que ele também trabalha com escultura e arte digital.
Don Hong-Oai nasceu na China em 1929 e passou grande parte da sua vida morando no Vietnã. Foi ainda garoto que ele começou a trabalhar com fotografia em Saigon. E, quando ele não estava trabalhando como assistente de fotografia, ele viajava e fotografava tudo que via. Durante a Guerra do Vietnã, ele permaneceu no país mas acabou imigrando para a Califórnia em 1979.
Junto com um novo site, o pessoal do Brosmind resolveu publicar um livro com todo o trabalho deles. Why How What é o nome dessa obra de arte que vem com vários trabalhos dessa dupla de irmãos ilustradores.
Roberto Girardi é um fotógrafo italiano com um portfólio cheio de lindas mulheres em poses sensuais. Gosto muito da forma com a qual ele trabalha com detalhes, mostrando apenas partes e pedaços de corpos que mostram tudo aquilo que é necessário.
Um dos pontos que mais gosto no trabalho da Audrey Kawasaki acaba sendo meio contraditório. Digo isso já que enxergo nas suas pinturas um lado erótico e, ao mesmo tempo, inocente. Cada pintura parece ter sido feita para ser atraente de um jeito quase perturbador.