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Lucy Kim é uma artista visual americana baseada em Boston cujo trabalho inclui objetos, pessoas e animais, manipulados em superfícies esculturais. Seu processo de trabalho inclui a criação de moldes e inúmeras peças que acabam expandindo sua visão artística para o toque. Dessa forma, suas esculturas acabam atraindo uma atenção gestual que é bem único quando se trata dessa forma de arte. Além disso, o foco do seu trabalho é o presente e sua arte acaba chegando a perguntas interessantes.

As Superfícies Esculturais de Lucy Kim

  • Arte

Lucy Kim é uma artista visual sul coreana baseada em Boston cujo trabalho inclui objetos, pessoas e animais, manipulados em superfícies esculturais. Seu processo de trabalho inclui a criação de moldes e inúmeras peças que acabam expandindo sua visão artística para o toque. Dessa forma, suas esculturas acabam atraindo uma atenção gestual que é bem único quando se trata dessa forma de arte. Além disso, o foco do seu trabalho é o presente e sua arte acaba chegando a perguntas interessantes.

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As ruas da Filadélfia estão sendo cobertas pela arte de Lily Godspeed que resolveu usar de placas comemorativas de um jeito não muito tradicional. Afinal, placas comemorativas custam caro, são feitas de metal e estão lá para celebrar os acontecimentos e a história de pessoas importantes, que ficaram no passado mas que cuja importância reflete no nosso dia a dia. O que a artista quer fazer aqui é o oposto disso. Ela quer celebrar o dia a dia, aqueles momentos que vivem nas nossas memórias mas que não são nada relevantes. Por isso que ela resolveu usar de adesivos e foi para as ruas americanas celebrar todos aqueles heróis anônimos.

Placas para o Futuro: Como Lily Godspeed quer celebrar os heróis anônimos do dia a dia

As ruas da Filadélfia estão sendo cobertas pela arte de Lily Godspeed que resolveu usar de placas comemorativas de um jeito não muito tradicional. Afinal, placas comemorativas custam caro, são feitas de metal e estão lá para celebrar os acontecimentos e a história de pessoas importantes, que ficaram no passado mas que cuja importância reflete no nosso dia a dia.

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Vivemos em uma cultura onde as pessoas são facilmente influenciadas pelo status e pela simbologia de carros de luxo. Mas, Kevin Cyr não tem interesse algum nesses veículos que capturam a atenção de muitos quando estão pelas ruas das cidades. O artista gosta de encontrar beleza em veículos de trabalho como vans e caminhões comerciais. A maioria desses veículos está coberta de sujeiras, graffitis e tags e são pintadas com todos esses detalhes. Incluindo, além disso, todos os sinais de idade e imperfeições que podem ser vistos nesses veículos.

Pinturas de Veículos de Trabalho por Kevin Cyr

  • Arte

Vivemos em uma cultura onde as pessoas são facilmente influenciadas pelo status e pela simbologia de carros de luxo. Mas, Kevin Cyr não tem interesse algum nesses veículos que capturam a atenção de muitos quando estão pelas ruas das cidades. O artista gosta de encontrar beleza em veículos de trabalho como vans e caminhões comerciais. A maioria desses veículos está coberta de sujeira, graffitis e tags e são pintadas com todos esses detalhes. Incluindo, além disso, todos os sinais de idade e imperfeições que podem ser vistos nesses veículos.

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Big Papi é uma série de fotografias de Gilleam Trapenberg onde ele explora os clichês da cultura masculina e como a presença de mulheres independentes e um céu rosa deixa isso tudo de um jeito estranho em Curaçao. Essas cores foram bem aproveitadas pelo fotógrafo que resolveu usar até como temática do projeto, chamando as fotos de uma pesquisa visual na cultura da masculinidade sobreposta contra o pôr do sol da paisagem caribenha. É, Big Papi é uma série de fotos bem interessante no conceito, como que ela acabou ficando visualmente falando?

Gilleam Trapenberg explora os clichês da cultura masculina de Curaçao em Big Papi

Big Papi é uma série de fotografias de Gilleam Trapenberg onde ele explora os clichês da cultura masculina e como a presença de mulheres independentes e um céu rosa deixa isso tudo de um jeito estranho em Curaçao. Essas cores foram bem aproveitadas pelo fotógrafo que resolveu usar até como temática do projeto, chamando as fotos de uma pesquisa visual na cultura da masculinidade sobreposta contra o pôr do sol da paisagem caribenha. É, Big Papi é uma série de fotos bem interessante no conceito, como que ela acabou ficando visualmente falando?

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Quando era adolescente, o fotógrafo Morgan Ashcom costumava sonhar com quando ele poderia escapar da fazenda onde cresceu, no estado americano da Virginia. De lá, ele e seus amigos viajavam para cidades diferentes, sem fazer muitos planos. A ideia era gastar pouco dinheiro e se divertir como puder. Algumas vezes, o dinheiro ficava tão curto que a solução era dormir em carros, no chão de conhecidos ou mesmo fazer uma vaquinha para pagar um hotel juntos. Essa era a realidade de Morgan Ashcom e foi isso que ele fotografou e acabou e tornando seu livro Leviathan.

Morgan Ashcom fotografa a juventude rural da Appalachia em Leviathan

Quando era adolescente, o fotógrafo Morgan Ashcom costumava sonhar com quando ele poderia escapar da fazenda onde cresceu, no estado americano da Virginia. De lá, ele e seus amigos viajavam para cidades diferentes, sem fazer muitos planos. A ideia era gastar pouco dinheiro e se divertir como puder. Algumas vezes, o dinheiro ficava tão curto que a solução era dormir em carros, no chão de conhecidos ou mesmo fazer uma vaquinha para pagar um hotel juntos. Essa era a realidade de Morgan Ashcom e foi isso que ele fotografou e acabou e tornando seu livro Leviathan.
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Para celebrar a Oktoberfest de 2017, o pessoal da Adidas criou um tênis especial chamado de Pröst, que é como o povo alemão brinda antes de tomar uma cerveja. Apelidado de Adidas Oktoberfest, esse tênis de couro é coberto por uma película de DBPR que transforma o tênis resistente a todos os líquidos que você poderia encontrar numa festa cheia de cervejas como essa que acontece em Munique.

Adidas Oktoberfest: Um Tênis a prova de Cervejas e Vômitos para sobreviver a festa mais famosa da Alemanha

Para celebrar a Oktoberfest de 2017, o pessoal da Adidas criou um tênis especial chamado de Pröst, que é como o povo alemão brinda antes de tomar uma cerveja. Apelidado de Adidas Oktoberfest, esse tênis de couro é coberto por uma película de DBPR que transforma o tênis resistente a todos os líquidos que você poderia encontrar numa festa cheia de cervejas como essa que acontece em Munique.
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Black Taiga- Uma Cantina da Distopia na Cidade do Mexico 0

Black Taiga: Uma Cantina da Distopia na Cidade do México

Black Taiga é uma cantina inspirada no visual distópico de um futuro próximo e no sincretismo cultural. Ou seja, essa cantina foi projetada pra parecer que ela pudesse existir em qualquer lugar do mundo, em qualquer momento do tempo. Lá você encontra pães japoneses, tacos coreanos, sanduíches vietnamitas e mais algumas variedades culinárias. Tudo isso influenciado pelo local onde a Black Taiga está localizada, no meio da Cidade do México.

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Enrique Metinides é um fotógrafo mexicano que documentou com muitos detalhes tudo que ele conseguiu capturar do lado mais perigoso da Cidade do México. Conhecido em alguns círculos como Mexican Weegee, em lembrança do trabalho do fotógrafo Arthur Fellig na Nova Iorque dos anos trinta, suas fotografias tem uma temática bem bem pesada e isso só conseguiu acontecer devido a seu contato com a polícia e a facilidade que tinha em visitar os locais onde crimes aconteceram. Apesar de tudo, esse apelido que Enrique Metinides recebeu acaba não retratando tudo que seu trabalho demonstra e acabam ignorando algumas de suas melhores qualidades como suas composições fotográficas.

Enrique Metinides é o homem que viu demais

Enrique Metinides é um fotógrafo mexicano que documentou com muitos detalhes tudo que ele conseguiu capturar do lado mais perigoso da Cidade do México. Conhecido em alguns círculos como Mexican Weegee, em lembrança do trabalho do fotógrafo Arthur Fellig na Nova Iorque dos anos trinta, suas fotografias tem uma temática bem bem pesada e isso só conseguiu acontecer devido a seu contato com a polícia e a facilidade que tinha em visitar os locais onde crimes aconteceram.

Apesar de tudo, esse apelido que Enrique Metinides recebeu acaba não retratando tudo que seu trabalho demonstra e acabam ignorando algumas de suas melhores qualidades como suas composições fotográficas.

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