Emma Hartvig
É sempre interessante se deparar com arte contemporânea que parece não ser do nosso tempo. É assim que eu vi a fotografia de Emma Hartvig e acho que vocês podem enxergar da mesma forma.
É sempre interessante se deparar com arte contemporânea que parece não ser do nosso tempo. É assim que eu vi a fotografia de Emma Hartvig e acho que vocês podem enxergar da mesma forma.
O portfólio do Caleb Hahne não fala muito sobre ele mas seu trabalho fala tudo que precisa. Além de que essas ilustrações com rostos divididos são muito legais.
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Eric Standley cria suas intricadas obras de arte sob a influência da geometeria islâmica e gótica. Suas obras podem ser descritas como janelas de papel que capturam o infinito mas elas são mais do que isso.
É complicado para mim fazer um post com o portfólio de esculturas de areia de Guy-Olivier Deveau mas seu trabalho supera todos os meus preconceitos internos sobre o tema. As esculturas que ele cria são mais próximas do trabalho do Giger do que aquelas que você vê pelas praias. Por isso mesmo, me senti obrigado a fazer esse post aqui.
O trabalho do Smithe já apareceu aqui no blog algumas vezes e, tenho certeza, de que isso vai continuar acontecendo.
Michelle Morin é uma artista e ilustradora que mora na costa de New Hampshire, nos Estados Unidos.
Quando me deparei com o trabalho do Max Kauffman fiquei pensando de onde vieram todas essas referências quase tribais e primitivas que vi na arte dele. Fiquei pensando nisso por que li no site dele que ele nasceu e viveu nos Estados Unidos e algumas referências ali eram de outros locais.
Cara To, mais conhecida como Caratoes, é uma ilustradora e artista de rua lá de Hong Kong. Seu trabalho mistura tons de neon com traços manuais com um presença gestual bem grande.
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