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A marca de skate Miller Division começou uma série limitada de boards em colaboração com a plataforma artística Ink and Movement. Essa série limitada recebeu o nome genérico de Signature Series mas começou com um trabalho bem especial. Felipe Pantone, um artista que é bem conhecido no mundo pelo seu trabalho de composições cinéticas e cheias de cores energéticas, foi o primeiro a criar boards de skate com seu estilo único de pintura.

Toda a energia do skate nos boards mega coloridos de Felipe Pantone para a Miller Division

A marca de skate Miller Division começou uma série limitada de boards em colaboração com a plataforma artística Ink and Movement. Essa série limitada recebeu o nome genérico de Signature Series mas começou com um trabalho bem especial. Felipe Pantone, um artista que é bem conhecido no mundo pelo seu trabalho de composições cinéticas e cheias de cores energéticas, foi o primeiro a criar boards de skate com seu estilo único de pintura.

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Lucy Kim é uma artista visual americana baseada em Boston cujo trabalho inclui objetos, pessoas e animais, manipulados em superfícies esculturais. Seu processo de trabalho inclui a criação de moldes e inúmeras peças que acabam expandindo sua visão artística para o toque. Dessa forma, suas esculturas acabam atraindo uma atenção gestual que é bem único quando se trata dessa forma de arte. Além disso, o foco do seu trabalho é o presente e sua arte acaba chegando a perguntas interessantes.

As Superfícies Esculturais de Lucy Kim

  • Arte

Lucy Kim é uma artista visual sul coreana baseada em Boston cujo trabalho inclui objetos, pessoas e animais, manipulados em superfícies esculturais. Seu processo de trabalho inclui a criação de moldes e inúmeras peças que acabam expandindo sua visão artística para o toque. Dessa forma, suas esculturas acabam atraindo uma atenção gestual que é bem único quando se trata dessa forma de arte. Além disso, o foco do seu trabalho é o presente e sua arte acaba chegando a perguntas interessantes.

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Big Papi é uma série de fotografias de Gilleam Trapenberg onde ele explora os clichês da cultura masculina e como a presença de mulheres independentes e um céu rosa deixa isso tudo de um jeito estranho em Curaçao. Essas cores foram bem aproveitadas pelo fotógrafo que resolveu usar até como temática do projeto, chamando as fotos de uma pesquisa visual na cultura da masculinidade sobreposta contra o pôr do sol da paisagem caribenha. É, Big Papi é uma série de fotos bem interessante no conceito, como que ela acabou ficando visualmente falando?

Gilleam Trapenberg explora os clichês da cultura masculina de Curaçao em Big Papi

Big Papi é uma série de fotografias de Gilleam Trapenberg onde ele explora os clichês da cultura masculina e como a presença de mulheres independentes e um céu rosa deixa isso tudo de um jeito estranho em Curaçao. Essas cores foram bem aproveitadas pelo fotógrafo que resolveu usar até como temática do projeto, chamando as fotos de uma pesquisa visual na cultura da masculinidade sobreposta contra o pôr do sol da paisagem caribenha. É, Big Papi é uma série de fotos bem interessante no conceito, como que ela acabou ficando visualmente falando?

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Quando era adolescente, o fotógrafo Morgan Ashcom costumava sonhar com quando ele poderia escapar da fazenda onde cresceu, no estado americano da Virginia. De lá, ele e seus amigos viajavam para cidades diferentes, sem fazer muitos planos. A ideia era gastar pouco dinheiro e se divertir como puder. Algumas vezes, o dinheiro ficava tão curto que a solução era dormir em carros, no chão de conhecidos ou mesmo fazer uma vaquinha para pagar um hotel juntos. Essa era a realidade de Morgan Ashcom e foi isso que ele fotografou e acabou e tornando seu livro Leviathan.

Morgan Ashcom fotografa a juventude rural da Appalachia em Leviathan

Quando era adolescente, o fotógrafo Morgan Ashcom costumava sonhar com quando ele poderia escapar da fazenda onde cresceu, no estado americano da Virginia. De lá, ele e seus amigos viajavam para cidades diferentes, sem fazer muitos planos. A ideia era gastar pouco dinheiro e se divertir como puder. Algumas vezes, o dinheiro ficava tão curto que a solução era dormir em carros, no chão de conhecidos ou mesmo fazer uma vaquinha para pagar um hotel juntos. Essa era a realidade de Morgan Ashcom e foi isso que ele fotografou e acabou e tornando seu livro Leviathan.
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Black Taiga- Uma Cantina da Distopia na Cidade do Mexico 0

Black Taiga: Uma Cantina da Distopia na Cidade do México

Black Taiga é uma cantina inspirada no visual distópico de um futuro próximo e no sincretismo cultural. Ou seja, essa cantina foi projetada pra parecer que ela pudesse existir em qualquer lugar do mundo, em qualquer momento do tempo. Lá você encontra pães japoneses, tacos coreanos, sanduíches vietnamitas e mais algumas variedades culinárias. Tudo isso influenciado pelo local onde a Black Taiga está localizada, no meio da Cidade do México.

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Enrique Metinides é um fotógrafo mexicano que documentou com muitos detalhes tudo que ele conseguiu capturar do lado mais perigoso da Cidade do México. Conhecido em alguns círculos como Mexican Weegee, em lembrança do trabalho do fotógrafo Arthur Fellig na Nova Iorque dos anos trinta, suas fotografias tem uma temática bem bem pesada e isso só conseguiu acontecer devido a seu contato com a polícia e a facilidade que tinha em visitar os locais onde crimes aconteceram. Apesar de tudo, esse apelido que Enrique Metinides recebeu acaba não retratando tudo que seu trabalho demonstra e acabam ignorando algumas de suas melhores qualidades como suas composições fotográficas.

Enrique Metinides é o homem que viu demais

Enrique Metinides é um fotógrafo mexicano que documentou com muitos detalhes tudo que ele conseguiu capturar do lado mais perigoso da Cidade do México. Conhecido em alguns círculos como Mexican Weegee, em lembrança do trabalho do fotógrafo Arthur Fellig na Nova Iorque dos anos trinta, suas fotografias tem uma temática bem bem pesada e isso só conseguiu acontecer devido a seu contato com a polícia e a facilidade que tinha em visitar os locais onde crimes aconteceram.

Apesar de tudo, esse apelido que Enrique Metinides recebeu acaba não retratando tudo que seu trabalho demonstra e acabam ignorando algumas de suas melhores qualidades como suas composições fotográficas.

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Mas Erik Neue não fica só na caligrafia. Ele utiliza suas criações e transforma tudo em logos, tatuagens, embalagens de produtos e várias outras coisas. Sempre passando uma imagem de design feito a mão, com um carinho especial e sem precedentes em um mundo digital. É isso que eu sempre acho interessante de observar quando se trata de portfólios de caligrafia. Afinal, vivemos em um mundo digital onde existem inúmeras e inúmeras fontes online e, com o passar do tempo, tudo vai ficando mais e mais parecido. O trabalho de designers como Erik Neue serve para quebrar essa padronização visual e precisamos de mais e mais designers com esse tipo de trabalho.

A Caligrafia e o Lettering de Erik Neue, direto de Tenerife

Erik Neue é um designer que trabalha entre Barcelona e Tenerife com suas canetas e suas tintas, criando letras e mais letras usando de técnicas de lettering e caligrafia. Seu portfólio é repleto de exemplos de palavras sendo escritas utilizando técnicas completamente diferentes. Entre elas, gosto de ver quando sobre muita tinta e o visual fica cada vez mais sujo e poluído.

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