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Michel Lamoller nasceu em 1984 na região sul da Alemanha, numa área dominada pela Floresta Negra. Foi lá que, aos 16 anos, ele começou a produzir arte enquanto andava pelas montanhas e pela natureza da região. Algo que acredito que deve ter influenciado em muito o que ele faz hoje já que seu trabalho tem um componente central de paisagens.
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A Arte em Muitas Camadas de Michel Lamoller

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Michel Lamoller nasceu em 1984 na região sul da Alemanha, numa área dominada pela Floresta Negra. Foi lá que, aos 16 anos, ele começou a produzir arte enquanto andava pelas montanhas e pela natureza da região. Algo que acredito que deve ter influenciado em muito o que ele faz hoje já que seu trabalho tem um componente central de paisagens.

Depois de um estágio na Magnum Photos em Nova Iorque, ele resolveu estudar fotografia. Foi ai que ele resolveu voltar para Alemanha e começou a estudar na Academia de Belas Artes de Hamburgo. Algum tempo depois, Michel Lamoller acabou se sentindo frustrado com a natureza reprodutiva da fotografia e começou a procurar por outras formas de explorar essas técnicas que ele havia aprendido. Foi assim que surgiu a estética estranha e fragmentada que você pode ver nas imagens abaixo.

Michel Lamoller nasceu em 1984 na região sul da Alemanha, numa área dominada pela Floresta Negra. Foi lá que, aos 16 anos, ele começou a produzir arte enquanto andava pelas montanhas e pela natureza da região. Algo que acredito que deve ter influenciado em muito o que ele faz hoje já que seu trabalho tem um componente central de paisagens.

Michel Lamoller nasceu em 1984 na região sul da Alemanha, numa área dominada pela Floresta Negra. Foi lá que, aos 16 anos, ele começou a produzir arte enquanto andava pelas montanhas e pela natureza da região. Algo que acredito que deve ter influenciado em muito o que ele faz hoje já que seu trabalho tem um componente central de paisagens.

Michel Lamoller nasceu em 1984 na região sul da Alemanha, numa área dominada pela Floresta Negra. Foi lá que, aos 16 anos, ele começou a produzir arte enquanto andava pelas montanhas e pela natureza da região. Algo que acredito que deve ter influenciado em muito o que ele faz hoje já que seu trabalho tem um componente central de paisagens.

Michel Lamoller nasceu em 1984 na região sul da Alemanha, numa área dominada pela Floresta Negra. Foi lá que, aos 16 anos, ele começou a produzir arte enquanto andava pelas montanhas e pela natureza da região. Algo que acredito que deve ter influenciado em muito o que ele faz hoje já que seu trabalho tem um componente central de paisagens.

Michel Lamoller nasceu em 1984 na região sul da Alemanha, numa área dominada pela Floresta Negra. Foi lá que, aos 16 anos, ele começou a produzir arte enquanto andava pelas montanhas e pela natureza da região. Algo que acredito que deve ter influenciado em muito o que ele faz hoje já que seu trabalho tem um componente central de paisagens.

Michel Lamoller nasceu em 1984 na região sul da Alemanha, numa área dominada pela Floresta Negra. Foi lá que, aos 16 anos, ele começou a produzir arte enquanto andava pelas montanhas e pela natureza da região. Algo que acredito que deve ter influenciado em muito o que ele faz hoje já que seu trabalho tem um componente central de paisagens.

Para Michel Lamoller, seu trabalho começa logo quando ele tira a foto que vai virar sua obra. Depois disso, ele imprime cópias da mesma e vai cortando tudo em pequenos pedaços, criando camadas e mais camadas que vão acabar sendo sobrepostas de um jeito especial. Em todo esse processo, Michel Lamoller considera que a parte mais complexa é encontrar uma forma com a qual o elemento fotografado vai “derreter” entre as figuras da foto. Tudo para transformar o trabalho em algo sutil e intenso ao mesmo tempo.

Para Michel Lamoller, seu trabalho começa logo quando ele tira a foto que vai virar sua obra. Depois disso, ele imprime cópias da mesma e vai cortando tudo em pequenos pedaços, criando camadas e mais camadas que vão acabar sendo sobrepostas de um jeito especial. Em todo esse processo, Michel Lamoller considera que a parte mais complexa é encontrar uma forma com a qual o elemento fotografado vai “derreter” entre as figuras da foto. Tudo para transformar o trabalho em algo sutil e intenso ao mesmo tempo.

Para Michel Lamoller, seu trabalho começa logo quando ele tira a foto que vai virar sua obra. Depois disso, ele imprime cópias da mesma e vai cortando tudo em pequenos pedaços, criando camadas e mais camadas que vão acabar sendo sobrepostas de um jeito especial. Em todo esse processo, Michel Lamoller considera que a parte mais complexa é encontrar uma forma com a qual o elemento fotografado vai “derreter” entre as figuras da foto. Tudo para transformar o trabalho em algo sutil e intenso ao mesmo tempo.

Para Michel Lamoller, seu trabalho começa logo quando ele tira a foto que vai virar sua obra. Depois disso, ele imprime cópias da mesma e vai cortando tudo em pequenos pedaços, criando camadas e mais camadas que vão acabar sendo sobrepostas de um jeito especial. Em todo esse processo, Michel Lamoller considera que a parte mais complexa é encontrar uma forma com a qual o elemento fotografado vai “derreter” entre as figuras da foto. Tudo para transformar o trabalho em algo sutil e intenso ao mesmo tempo.

Para Michel Lamoller, seu trabalho começa logo quando ele tira a foto que vai virar sua obra. Depois disso, ele imprime cópias da mesma e vai cortando tudo em pequenos pedaços, criando camadas e mais camadas que vão acabar sendo sobrepostas de um jeito especial. Em todo esse processo, Michel Lamoller considera que a parte mais complexa é encontrar uma forma com a qual o elemento fotografado vai “derreter” entre as figuras da foto. Tudo para transformar o trabalho em algo sutil e intenso ao mesmo tempo.

Para Michel Lamoller, seu trabalho começa logo quando ele tira a foto que vai virar sua obra. Depois disso, ele imprime cópias da mesma e vai cortando tudo em pequenos pedaços, criando camadas e mais camadas que vão acabar sendo sobrepostas de um jeito especial. Em todo esse processo, Michel Lamoller considera que a parte mais complexa é encontrar uma forma com a qual o elemento fotografado vai “derreter” entre as figuras da foto. Tudo para transformar o trabalho em algo sutil e intenso ao mesmo tempo.

Entre todas as obras de Michel Lamoller, fiquei realmente impressionado com a forma com a qual ele trabalhou com as camadas das fotografias em preto e branco. Essa separação por níveis, cortando o rosto do modelo, sem seguir nenhum padrão visual ou as formas do rosto da pessoa é bem interessante. E acabou criando um resultado bem legal.

Hoje em dia Michel Lamoller mora e trabalha em Berlim. E você pode ver muito mais do seu trabalho clicando no link para seu portfólio logo abaixo.

A Arte de Michel Lamoller

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