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As estranhas esculturas de Daniel Arsham parecem que se posicionam numa tortuosa linha que fica entre a arte, a arquitetura e a performance. Digo isso por que suas esculturas vem com elementos arquitetônicos. Elementos esses que não deveriam existir nos temas que o artista transforma em esculturas. Ao mesmo tempo que essas obras parecem se mover, elas parecem representar algo ainda maior.
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Daniel Arsham e suas estranhas esculturas

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As estranhas esculturas de Daniel Arsham parecem que se posicionam numa tortuosa linha que fica entre a arte, a arquitetura e a performance. Digo isso por que suas esculturas vem com elementos arquitetônicos. Elementos esses que não deveriam existir nos temas que o artista transforma em esculturas. Ao mesmo tempo que essas obras parecem se mover, elas parecem representar algo ainda maior.

A maioria das esculturas que você vai ver abaixo foram feitas usando cinzas vulcânicas. Essa simples mudança de materiais acaba causando uma mudança de paradoxos no que esperamos ver. Desse forma, as obras de Daniel Arsham acabam mostrando um visual mais próximo de arqueologia do que de arte. Por isso mesmo que gostei tanto do que vi no seu portfólio.

As estranhas esculturas de Daniel Arsham parecem que se posicionam numa tortuosa linha que fica entre a arte, a arquitetura e a performance. Digo isso por que suas esculturas vem com elementos arquitetônicos. Elementos esses que não deveriam existir nos temas que o artista transforma em esculturas. Ao mesmo tempo que essas obras parecem se mover, elas parecem representar algo ainda maior.

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New York based artist Daniel Arsham straddles the line between art, architecture and performance. Raised in Miami, Arsham attended the Cooper Union in New York City where he received the Gelman Trust Fellowship Award in 2003. Architecture is a prevalent subject throughout his work; environments with eroded walls and stairs going nowhere, landscapes where nature overrides structures, and a general sense of playfulness within existing architecture.

As estranhas esculturas de Daniel Arsham parecem que se posicionam numa tortuosa linha que fica entre a arte, a arquitetura e a performance. Digo isso por que suas esculturas vem com elementos arquitetônicos. Elementos esses que não deveriam existir nos temas que o artista transforma em esculturas. Ao mesmo tempo que essas obras parecem se mover, elas parecem representar algo ainda maior.

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Arsham makes architecture do things it is not supposed to do, mining everyday experience for opportunities to confuse and confound our expectations of space and form. Simple yet paradoxical gestures dominate his sculptural work: a façade that appears to billow in the wind, a figure wrapped up in the surface of a wall, a contemporary object cast in volcanic ash as if it was found on some future archeological site.

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Daniel Arsham e suas estranhas esculturas

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