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A Fotografia de Ray Collins

Ray Collins descreve seu trabalho como interpretação de fótons e de como a luz se forma na frente da sua câmera enquanto ele nada no oceano. É uma forma bem poética de explicar sua fotografia mas é bem próxima da verdade.

Ele comprou sua primeira câmera em meados de 2007 com a intenção de fotografar seus amigos surfando e, depois de alguns anos, tem seu portfolio repleto de belíssimas imagens. Tanto que, muitas delas são requisitadas por empresas como Nikon, Apple, United Airlines, Isuzu, Qantas, Patagonia, National Geographic e Red Bull. Abaixo, você vai entender o porquê de tudo isso.

Ray Collins descreve seu trabalho como interpretação de fótons e de como a luz se forma na frente da sua câmera enquanto ele nada no oceano. É uma forma bem poética de explicar sua fotografia mas é bem próxima da verdade.

Ray Collins descreve seu trabalho como interpretação de fótons e de como a luz se forma na frente da sua câmera enquanto ele nada no oceano. É uma forma bem poética de explicar sua fotografia mas é bem próxima da verdade.

Ray Collins descreve seu trabalho como interpretação de fótons e de como a luz se forma na frente da sua câmera enquanto ele nada no oceano. É uma forma bem poética de explicar sua fotografia mas é bem próxima da verdade.

Ray Collins descreve seu trabalho como interpretação de fótons e de como a luz se forma na frente da sua câmera enquanto ele nada no oceano. É uma forma bem poética de explicar sua fotografia mas é bem próxima da verdade.

Ray Collins descreve seu trabalho como interpretação de fótons e de como a luz se forma na frente da sua câmera enquanto ele nada no oceano. É uma forma bem poética de explicar sua fotografia mas é bem próxima da verdade.

Ray Collins descreve seu trabalho como interpretação de fótons e de como a luz se forma na frente da sua câmera enquanto ele nada no oceano. É uma forma bem poética de explicar sua fotografia mas é bem próxima da verdade.

Ray Collins descreve seu trabalho como interpretação de fótons e de como a luz se forma na frente da sua câmera enquanto ele nada no oceano. É uma forma bem poética de explicar sua fotografia mas é bem próxima da verdade.

Ray Collins descreve seu trabalho como interpretação de fótons e de como a luz se forma na frente da sua câmera enquanto ele nada no oceano. É uma forma bem poética de explicar sua fotografia mas é bem próxima da verdade.

Ray Collins descreve seu trabalho como interpretação de fótons e de como a luz se forma na frente da sua câmera enquanto ele nada no oceano. É uma forma bem poética de explicar sua fotografia mas é bem próxima da verdade.

Ray Collins descreve seu trabalho como interpretação de fótons e de como a luz se forma na frente da sua câmera enquanto ele nada no oceano. É uma forma bem poética de explicar sua fotografia mas é bem próxima da verdade.

Descobri o portfólio de fotografia do Ray Collins hoje cedo quando me deparei com as fotografias premiadas da Smithsonian Magazine em 2014. Assim que vi a imagem acima, fui obrigado a pesquisar mais sobre ele.

a poesia visual do fotógrafo australiano Ray Collins

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