Baseada na vibrante capital francesa, Laura Normand, também conhecida como Launorma, desenvolveu uma linguagem visual única e inesquecível. E é por isso mesmo que eu estou escrevendo esse artigo aqui.
Seu trabalho me chamou a atenção por ser uma celebração cativante de cores, formas e emoções. Ela faz tudo isso. Ela atrai as pessoas para um lugar onde o design não é só para ver, mas também para sentir. A própria Launorma resume sua filosofia artística perfeitamente quando ela diz que seu trabalho é “um colírio para a alma”.
E após uma única olhada em suas criações, acredito que você vai acabar concordando com essa descrição aqui.



A estética de Launorma é construída sobre uma base de curvas harmoniosas, cores vibrantes e texturas mais do que brilhantes. Os seus trabalhos parecem estar sempre em movimento, como uma dança rítmica de formas que aparentam ser vivas. Essas sensações de movimento são mais do que intencional.
Essa abordagem eleva seu trabalho além do mero apelo visual, transformando cada peça em uma fonte de puro deleite e um escape momentâneo. Pessoalmente, gosto bastante de como ela trabalha com essas curvas e acaba misturando elementos da tipografia no meio de tudo.
A inspiração para o estilo único de Launorma é tão rica e variada quanto sua paleta de cores. Ela se inspira no icônico movimento Memphis, com seus tons lúdicos e formas geométricas, e na sensibilidade de design gráfico dos anos 1970. No entanto, sua arte também está profundamente enraizada no mundo natural.



Originária de uma vila no Canal da Mancha, ela encontra inspiração particular na “infinidade de formas” encontrada nas flores, um tema recorrente que injeta uma dose orgânica em suas composições digitais. Esta combinação de design e elementos naturais dá ao trabalho de Launorma uma característica que considero atemporal, assegurando que cada novo projeto represente um desafio para inovar e criar uma imagem singular.
Além do mundo digital, Launorma também explora a forma humana em seu trabalho. Ela frequentemente integra esses temas em suas composições, envolvendo fotografias de modelos com motivos abstratos e coloridos. Essa prática cria um diálogo entre o real e o virtual. Como Launorma observa, “É uma forma de complementar o corpo, de ampliar a imagem.
Essas formas acentuam uma postura, um movimento ou uma emoção”. Trata-se de uma técnica crucial para narrar histórias que destaca a intensidade emocional de determinados retratos. Principalmente quando entramos no mundo editorial.



A visão criativa de Launorma não se limita à esfera digital. Seu trabalho está cada vez mais se inserindo no mundo físico, principalmente por meio de um novo passatempo: criar esculturas de resina. Essas representações concretas de estruturas que me fazem lembrar de desenhos animados parecem um passo seguinte lógico, trazendo sua essência fantasiosa para a realidade tridimensional.
Olhando para o futuro, Launorma imagina uma exposição onde essas esculturas povoariam um espaço, permitindo que as pessoas literalmente “mergulhem numa natureza fantasiosa”.
Essa visão de uma experiência alegre e totalmente imersiva é uma extensão perfeita de sua missão artística: iluminar nossos espaços, tanto físicos quanto digitais, e nos convidar a sonhar. E se você gostou das imagens que eu selecionei aqui, tenho certeza de que você vai gostar de explorar ainda mais do seu portfólio.


