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9th Berlin Biennale por Emanuele Cecini BrandingFelipe Tofani on 04/08/2016

Criando o branding para a Nova Bienal de Arte Contemporânea de Berlim
Bem vindo ao mundo pós contemporâneo. O futuro se parece com o passado mas ainda faz parte de algo que não aconteceu. Ele é familiar, previsível e imutável e, por isso mesmo, deixa o presente repleto de incertezas. Será que o Donald Trump vai se tornar o próximo presidente dos Estados Unidos? Será que comer glúten faz tão mal assim? Seria a França uma democracia e posso considerar que o Iraque é um país? Gosto da Shakira ou não? É isso que a 9th Berlin Biennale está apresentando para o mundo.

Bem vindo ao mundo pós contemporâneo. O futuro se parece com o passado mas ainda faz parte de algo que não aconteceu. Ele é familiar, previsível e imutável e, por isso mesmo, deixa o presente repleto de incertezas. Será que o Donald Trump vai se tornar o próximo presidente dos Estados Unidos? Será que comer glúten faz tão mal assim? Seria a França uma democracia e posso considerar que o Iraque é um país? Gosto da Shakira ou não? É isso que a 9th Berlin Biennale está apresentando para o mundo.

A 9th Berlin Biennale de Arte Contemporânea materializa todos esses paradoxos que fazem da vida em 2016 algo peculiar. Agora, o virtual é o real, nações são marcas, pessoas são reduzidas a dados, cultura se tornou capital, bondade virou política e por assim em diante. Foram esses os pontos considerados pela equipe da Meiré und Meiré, sob a liderança de Emanuele Cecini, para criar a identidade visual desse evento de arte na capital da Alemanha.

Vejam as imagens abaixo e saibam mais sobre o projeto.

Bem vindo ao mundo pós contemporâneo. O futuro se parece com o passado mas ainda faz parte de algo que não aconteceu. Ele é familiar, previsível e imutável e, por isso mesmo, deixa o presente repleto de incertezas. Será que o Donald Trump vai se tornar o próximo presidente dos Estados Unidos? Será que comer glúten faz tão mal assim? Seria a França uma democracia e posso considerar que o Iraque é um país? Gosto da Shakira ou não? É isso que a 9th Berlin Biennale está apresentando para o mundo.

Bem vindo ao mundo pós contemporâneo. O futuro se parece com o passado mas ainda faz parte de algo que não aconteceu. Ele é familiar, previsível e imutável e, por isso mesmo, deixa o presente repleto de incertezas. Será que o Donald Trump vai se tornar o próximo presidente dos Estados Unidos? Será que comer glúten faz tão mal assim? Seria a França uma democracia e posso considerar que o Iraque é um país? Gosto da Shakira ou não? É isso que a 9th Berlin Biennale está apresentando para o mundo.

Bem vindo ao mundo pós contemporâneo. O futuro se parece com o passado mas ainda faz parte de algo que não aconteceu. Ele é familiar, previsível e imutável e, por isso mesmo, deixa o presente repleto de incertezas. Será que o Donald Trump vai se tornar o próximo presidente dos Estados Unidos? Será que comer glúten faz tão mal assim? Seria a França uma democracia e posso considerar que o Iraque é um país? Gosto da Shakira ou não? É isso que a 9th Berlin Biennale está apresentando para o mundo.

Bem vindo ao mundo pós contemporâneo. O futuro se parece com o passado mas ainda faz parte de algo que não aconteceu. Ele é familiar, previsível e imutável e, por isso mesmo, deixa o presente repleto de incertezas. Será que o Donald Trump vai se tornar o próximo presidente dos Estados Unidos? Será que comer glúten faz tão mal assim? Seria a França uma democracia e posso considerar que o Iraque é um país? Gosto da Shakira ou não? É isso que a 9th Berlin Biennale está apresentando para o mundo.

Bem vindo ao mundo pós contemporâneo. O futuro se parece com o passado mas ainda faz parte de algo que não aconteceu. Ele é familiar, previsível e imutável e, por isso mesmo, deixa o presente repleto de incertezas. Será que o Donald Trump vai se tornar o próximo presidente dos Estados Unidos? Será que comer glúten faz tão mal assim? Seria a França uma democracia e posso considerar que o Iraque é um país? Gosto da Shakira ou não? É isso que a 9th Berlin Biennale está apresentando para o mundo.

“Welcome to the post-contemporary. The future feels like the past: familiar, predictable, immutable – leaving the present with the uncertainties of the future. Is Donald Trump going to be president? Is wheat poisonous? Is Iraq a country? Is France a democracy? Do I like Shakira? Am I suffering from depression? Are we at war? (…) The 9th Berlin Biennale for Contemporary Art materializes the paradoxes that make up the world in 2016: the virtual as the real, nations as brands, people as data, culture as capital, wellness as politics, happiness as GDP, and so on.”

Bem vindo ao mundo pós contemporâneo. O futuro se parece com o passado mas ainda faz parte de algo que não aconteceu. Ele é familiar, previsível e imutável e, por isso mesmo, deixa o presente repleto de incertezas. Será que o Donald Trump vai se tornar o próximo presidente dos Estados Unidos? Será que comer glúten faz tão mal assim? Seria a França uma democracia e posso considerar que o Iraque é um país? Gosto da Shakira ou não? É isso que a 9th Berlin Biennale está apresentando para o mundo.

Bem vindo ao mundo pós contemporâneo. O futuro se parece com o passado mas ainda faz parte de algo que não aconteceu. Ele é familiar, previsível e imutável e, por isso mesmo, deixa o presente repleto de incertezas. Será que o Donald Trump vai se tornar o próximo presidente dos Estados Unidos? Será que comer glúten faz tão mal assim? Seria a França uma democracia e posso considerar que o Iraque é um país? Gosto da Shakira ou não? É isso que a 9th Berlin Biennale está apresentando para o mundo.

Bem vindo ao mundo pós contemporâneo. O futuro se parece com o passado mas ainda faz parte de algo que não aconteceu. Ele é familiar, previsível e imutável e, por isso mesmo, deixa o presente repleto de incertezas. Será que o Donald Trump vai se tornar o próximo presidente dos Estados Unidos? Será que comer glúten faz tão mal assim? Seria a França uma democracia e posso considerar que o Iraque é um país? Gosto da Shakira ou não? É isso que a 9th Berlin Biennale está apresentando para o mundo.

Bem vindo ao mundo pós contemporâneo. O futuro se parece com o passado mas ainda faz parte de algo que não aconteceu. Ele é familiar, previsível e imutável e, por isso mesmo, deixa o presente repleto de incertezas. Será que o Donald Trump vai se tornar o próximo presidente dos Estados Unidos? Será que comer glúten faz tão mal assim? Seria a França uma democracia e posso considerar que o Iraque é um país? Gosto da Shakira ou não? É isso que a 9th Berlin Biennale está apresentando para o mundo.

Bem vindo ao mundo pós contemporâneo. O futuro se parece com o passado mas ainda faz parte de algo que não aconteceu. Ele é familiar, previsível e imutável e, por isso mesmo, deixa o presente repleto de incertezas. Será que o Donald Trump vai se tornar o próximo presidente dos Estados Unidos? Será que comer glúten faz tão mal assim? Seria a França uma democracia e posso considerar que o Iraque é um país? Gosto da Shakira ou não? É isso que a 9th Berlin Biennale está apresentando para o mundo.

Bem vindo ao mundo pós contemporâneo. O futuro se parece com o passado mas ainda faz parte de algo que não aconteceu. Ele é familiar, previsível e imutável e, por isso mesmo, deixa o presente repleto de incertezas. Será que o Donald Trump vai se tornar o próximo presidente dos Estados Unidos? Será que comer glúten faz tão mal assim? Seria a França uma democracia e posso considerar que o Iraque é um país? Gosto da Shakira ou não? É isso que a 9th Berlin Biennale está apresentando para o mundo.

Emanuele Cecini, líder na criação desse projeto de identidade visual, é um designer multidisciplinar italiana que trabalha em inúmeros campos de design. Ele já trabalhou em Milão, Londres, Copenhagen, Frankfurt, San Francisco e Nova Iorque onde ele colaborou com vários profissionais. Seu estilo de design é voltado para resultados efetivos e fortes através de uma estética simples e direta com uma meticulosa atenção aos detalhes.

9th Berlin Biennale por Emanuele Cecini

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