Manter a criatividade em dia é um desafio para todos que trabalham com criação. Fugir do óbvio pode ser uma solução a ser seguida mas não necessariamente isso funciona sempre.
Manter a criatividade em dia é um desafio para todos que trabalham com criação. Fugir do óbvio pode ser uma solução a ser seguida mas não necessariamente isso funciona sempre.
O que para muitos seria puro barulho, para mim acabou se tornando um estilo, uma fonte de inspiração, uma referência muito maior do que simplesmente estética. Mayhem, Burzum, Immortal, Satyricon, Emperor, Darkthrone; para você esses nomes não dizem muita coisa mas essas são as bandas de black metal que se tornaram as maiores referências visuais da minha vida como designer.
Meu contato com o black metal começou em meados de 1996 quando escutei pela primeira vez o “Transilvanian Hunger” e fiquei sem palavras. Sabe quando você escuta uma música pela primeira vez e acaba se perguntando “Pode mesmo fazer isso daí?”. O impacto daquela primeira audição ainda repercute até hoje, acredite. Leia o resto do post
O ano era 1976 e Rob Janoff trabalhava como diretor de arte para Regis McKenna. Como forma de inspiração, Janoff foi para um supermercado e comprou algumas maçãs que foram cortadas e que foram observadas por horas.
O produto final: uma maçã monocromática com uma mordida lateral era o conceito que Steve Jobs gostou mais mas ele queria mais cores. Ele dizia que cores seriam o que humanizaria a empresa.
Janoff diz que ele apenas saiu colocando cores onde ele pensava que elas deveriam estar, sem pensar num prisma ou algo assim. E, o que você acha que Janoff ganhou por esse trabalho? Nada.
Leia todo o artigo zlok.net.
17 Mar, 2009
Posted by: Felipe Tofani In: Branding
Estava lendo o artigo abaixo e lembrei que na semana passada, enquanto eu desenhava um logo, acabei pensando a mesma coisa. E não está na hora de aposentar seu logo em preto e branco?
Não penso que todos devemos parar de produzir aplicações em preto e branco mas… Está na hora de pensarmos mais nos porquês pelos quais produzimos certos materiais.
via Noisy Decent Graphics: Is it time to retire the black and white logo?
Ótimo artigo sobre sistemas de sinalização de aeroportos. Se sua área de interesse é sinalização, esse artigo é para você.
A showcase of 20+ airport signage designs and wayfinding systems
Para conseguir um apelo conosco, as empresa precisam repensar suas regras um pouco. Esqueçam as rígidas semanas de 40 horas de trabalho. Esqueçam as tradicionais hierarquias corporativas…
Uma empresa está liderando a mudança de paradigmas do viver-trabalhar, especialmente quando se trata de relações com os funcionários, seu nome é 37signals. Com sede em Chicago, 37signals é uma empresa multimilionária comprometida em manter um equilíbrio entre o trabalho e a vida de seus funcionários.
O presidente, Jason Fried diz que são os empregados que hoje representam a maior barreira para uma empresa. “Colocando de forma simples, empregados são tratados como crianças. Eles não têm a liberdade de pensar por si próprios, e existem excessivas barreiras de aprovação, uma proteção excessiva que impede todos de fazerem qualquer coisa. O local de trabalho está em pedaços, e até que alguém perceba isso, sempre vai existir conflito.”
Esse protocolo de sufoco está morto e nunca irá permitir a um funcionário “ir além” ou atingir algo extra pela empresa. Essa é uma falha que a maioria das organizações continua em não perceber. Eles estão focados demais em garantir que seus funcionários não vão cometer erros que eles acabam prevenindo esses mesmos funcionários de fazer qualquer coisa fora do lugar comum.
Mas existe esperança, e a solução é mais senso comum do que uma alteração radical em todo o processo.
Para ir contra o “tradicional local de trabalho”, Fried oferece o seguinte: “Nós o desafiamos. Nós damos a eles projetos interessantes, diferentes. Nós os apoiamos a fazer algo fora do trabalho e a nos ensinar aquilo que eles aprenderam. Não ajuda em nada uma empresa contratar alguém baseado num conhecimento ou para realizar uma tarefa.”
É uma solução simples, fácil de pensar, mas que na maioria das vezes se perde por ai.
Texto traduzido livremente do blog 37Signals. Concordo plenamente com o que foi dito acima. A realidade é essa e não consigo pensar em exemplos brasileiros onde esse paradigma anda sendo quebrado.
Não costumo escrever sobre economia e não sou especialista no assunto, mas li um artigo sobre o assunto [link] e sua repercussão [link + link + link + link] e gostei bastante do que era mencionado nele.
Dessa forma, resolvi comentar sobre o assunto. E como isso poderia ser adaptado em Agências de Publicidade
Se você lembra de alguma outra diga, poste nos comentários. =]
Post original no calacanis.com